Ultrassom Musculoesquelético
Avaliação dinâmica de tendões, músculos e articulações — a modalidade que mais cresce entre ortopedistas, reumatologistas e fisiatras.

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Direto do dia a dia: por que a teoria do USG musculoesquelético só faz sentido quando vira prática na sua rotina.
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Quando o ultrassom musculoesquelético é indicado em vez de uma ressonância magnética?
O ultrassom é especialmente útil para avaliação dinâmica (em movimento) de tendões e estruturas superficiais, para exames guiados de procedimentos, e como primeira linha em queixas de tendões, bursas e nervos periféricos. A ressonância costuma ser preferida para avaliação óssea profunda ou lesões intra-articulares complexas. A escolha depende da hipótese clínica.
O ultrassom musculoesquelético consegue avaliar nervos periféricos?
Sim — é uma das aplicações mais valiosas da técnica, permitindo avaliar espessamento, compressão e continuidade de nervos como o mediano (túnel do carpo) e outros nervos periféricos, com boa resolução para estruturas superficiais.
É possível fazer procedimentos guiados por ultrassom no mesmo exame?
Sim, o ultrassom permite guiar procedimentos como infiltrações e punções com visualização em tempo real da agulha, aumentando a precisão e a segurança em relação a técnicas às cegas.
Preciso de indicação médica para fazer um ultrassom musculoesquelético?
Sim — como qualquer exame de imagem, o ultrassom musculoesquelético deve ser solicitado a partir de uma avaliação clínica, para que a região e a técnica corretas sejam escolhidas conforme a queixa do paciente.
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