Ultrassom 360°
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Ultrassom de nervos periféricos: enxergando a compressão antes da eletroneuromiografia

Achatamento, espessamento focal e perda do padrão fascicular são sinais que o ultrassom de alta resolução identifica em neuropatias compressivas, complementando a avaliação clínica e eletrofisiológica.

Publicado em 24 de agosto de 2026Última atualização em 24 de agosto de 2026

Nervos periféricos superficiais — mediano, ulnar, radial, fibular — são particularmente acessíveis ao ultrassom de alta resolução, onde a vantagem de resolução espacial em relação à ressonância se torna mais evidente.

Os sinais que indicam compressão

A razão de achatamento (maior diâmetro dividido pelo menor) é um dos parâmetros mais usados: no ponto de compressão, um nervo normalmente arredondado assume um formato ovalado achatado. Junto a isso, o nervo comprimido costuma ficar hipoecogênico, com perda do padrão fascicular por edema intraneural — e frequentemente espessado logo antes do ponto de compressão.

Vantagens práticas sobre outros métodos

Avaliação dinâmica, comparação fácil com o lado contralateral, ausência de contraindicações relacionadas a implantes metálicos e a possibilidade de guiar infiltrações perineurais em tempo real tornam o ultrassom um complemento natural à eletroneuromiografia — não um substituto dela.

Conteúdo destinado à educação e atualização em saúde, não substitui avaliação médica individualizada.

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