Ultrassom 360°
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Ultrassom dermatológico: o que a alta frequência revela sobre a pele

Da caracterização de tumores cutâneos ao acompanhamento de cicatrizes, o ultrassom de alta frequência abre uma janela sobre camadas da pele que o exame clínico isolado não alcança.

Publicado em 24 de agosto de 2026Última atualização em 24 de agosto de 2026

Com transdutores de 15 a 25 MHz — e sistemas experimentais chegando a frequências ainda mais altas — o ultrassom dermatológico distingue camadas que o olho e a palpação não conseguem separar: epiderme, derme, subcutâneo e fáscia. Isso muda o que é possível responder antes de uma biópsia.

Onde a alta frequência muda a conduta

As aplicações mais consolidadas incluem caracterização de tumores cutâneos (definindo profundidade e margens antes da excisão), avaliação de doenças inflamatórias como psoríase e morfeia, acompanhamento de cicatrizes hipertróficas e mapeamento de coleções e corpos estranhos superficiais.

Um complemento ao exame clínico, não um substituto

O valor do ultrassom aqui não é competir com a inspeção dermatológica — é responder perguntas que a inspeção não alcança: qual a profundidade real da lesão, ela invade a fáscia, há vascularização associada. Isso importa diretamente para o planejamento cirúrgico.

Referências

Conteúdo destinado à educação e atualização em saúde, não substitui avaliação médica individualizada.

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