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Elastografia hepática: quando ela muda a conduta

Rigidez hepática como substituto não invasivo de parte da informação que antes só a biópsia fornecia.

Publicado em 22 de abril de 2026Última atualização em 01 de agosto de 2026

A elastografia hepática por onda de cisalhamento se consolidou como método de estadiamento de fibrose em doença hepática crônica, reduzindo — sem eliminar — a necessidade de biópsia em parte significativa dos pacientes com esteatose hepática.

O que a rigidez tecidual representa

A velocidade de propagação da onda de cisalhamento no parênquima hepático se correlaciona com o grau de fibrose. Valores baixos afastam fibrose avançada com boa confiabilidade; valores muito elevados sugerem cirrose estabelecida — a zona intermediária é onde a interpretação isolada perde força e exige correlação com outros marcadores.

Limitações que valem a pena lembrar

Ascite, obesidade importante, inflamação hepática aguda e congestão venosa podem elevar artificialmente a rigidez medida, gerando falsos positivos para fibrose avançada. Interpretar o número sem considerar o contexto clínico é o erro mais comum entre examinadores iniciantes.

Conteúdo destinado à educação e atualização em saúde, não substitui avaliação médica individualizada. Referências bibliográficas e guidelines relacionados serão adicionados em atualizações futuras deste artigo.

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